A Springfield simula o seu eleitorado — mil eleitores com idade, região, renda e religião reais — e mostra como eles reagem a cada peça, discurso e ataque. Em horas, antes de gastar um real de mídia.
Entre agosto e outubro são dezenas de decisões por semana, cada uma valendo mídia, tempo de TV e reputação. A Springfield é o ensaio que cabe entre uma reunião e a próxima.
Veja como o eleitorado reage ao jingle, ao programa de TV ou à peça de internet antes de colocar no ar.
Mil eleitores segmentados por região, faixa etária, renda, religião e viés. Você vê onde adere e onde racha.
O adversário atacou? Simule três respostas e descubra qual neutraliza antes de o dia acabar.
Exemplo de leitura de um spot de TV simulado no eleitorado de Pernambuco — reação líquida por segmento.
A Springfield não impulsiona, não dispara e não interfere no mundo real. Tudo acontece em ambiente fechado de simulação — você só lê o resultado.
"Antes de fechar o programa de quinta, eu rodo as três versões aqui e levo a vencedora pra gravação."
"Descobri que minha melhor frase rachava o interior. Mudei uma palavra e a adesão subiu 9 pontos."
"O adversário atacou de manhã. Ao meio-dia eu já sabia qual resposta não dava palco pra ele."
"Antes de distribuir o fundo entre os candidatos, simulamos onde cada real rende mais voto."
A eleição acontece aqui primeiro.
Depois, na urna.